Playstation 2, cansaço e a tênue linha entre oportunidade e concretização
Tomei finalmente uma atitude e comprei para mim, na semana passada, algo que me era fundamental e que eu estava adiando desde 2004: meu Playstation 2. A decisão foi tomada pela relação entre a diversão que eu teria, a diversidade de opções que me seria oferecida, o custo dos jogos (‘alternativos’, como me disse o dono da loja em que comprei o console – hehehehe) e, claro, o custo do aparelho. No começo do ano eu ainda pendia para o Wii, nunca tendo seriamente considerado nem o PS3 e nem o XBox. Mas minha priminha Marcela ganhou o console revolucionário da Nintendo e, então, jogar na casa dela tem sido uma diversão. Então, há duas semanas, o Fer, outro primo meu, comprou o PS2 dele e me animou a comprar um console e mais uma porrada de jogos, quase todos diferentes dos dele. Te juro, foi uma primeira semana de fortes emoções e diversão garantida. E, finalmente, um parceiro pra insônia — mas, mais que isso, um relaxante/extenuante para o merecido descanso do qual eu realmente necessito.
Quem ainda diz (são cada vez menos os babacas) que videogame é coisa de criança realmente começa a ficar ali, ali na linha reacionária que caminha paralela aos imbecis que adoram atacar os quadrinhos (a última vítima é a versão teen da Turma da Mônica, o maior fenômeno editorial do ano — e isso porque tentaram fabricar as vendas da biografia do Edir, rapaz!). Ainda mais que o PS2 é também um aparelho de DVD, o que me mata dois cachorros com uma paulada só.
Fora os jogos: todos os Final Fantasies do PSX, Fifas, PES 2009, God of Wars, Manhunts e, a grande estrela até agora, Kingdom Hearts II.
Em meio a tudo isso, foi um mês de prospecção de oportunidades que, em sua maioria, devem se concretizar apenas em 2009. Olhando pela escotilha, me parecem realmente coisas muito interessantes acontecendo, que podem surpreender muita gente (mas não quem me conhece de verdade, e não apenas algumas famas esquisitas que alguns insistem em querem imputar em mim). Pois cada um tem seu quadrado e eu estou conquistando o meu.
Festas MOJO? De vento em popa. Se o MOJOCast foi o evento musical da editora digital em 2007, o MOJO Club o é em 2008. No fim do ano, termina. Em 2009? Quem sabe? Vai que a gente faça um festival de música, um happening espacial, ou vai que o Ratzinger escreve o primeiro MOJO católico baseado num disco do Marcelo Rossi? Tudo é possível, e cada vez mais.
Mais algumas coisa?
Ah, sim: Fani, Burn, Van, Otávio e Fox. Em breve. Aguardem!

